sexta-feira, 29 de julho de 2011

Empresarios locais dando todo apoio a carreira do Raphael



Aulas de canto em troca de faxina


Sem dinheiro e com o sonho de colocar o Raphael em uma escola de música para
fazer aula de canto, tive a ideia de ir a todas as escolas de música na area
de Jacarepaguá para oferecer faxina em troca das aulas.
E assim fiz...
Na primeira tentativa fui até a Tempo de Música, o dono se chamava Helio.
Ao chegar fui atendida por PJ, o filho dele.
PJ pedi para que espere seu pai, e assim que ele chega nos apresenta.
Seu Hélio foi extremamente atencioso ouviu tudo que eu tinha a dizer, e me disse
que admirava a minha garra, e a maneira com que eu lutava pelo meu filho e disse
ele abriu a escola de música para seu filho, e por isso se identificava comigo.
Ele disse que não iria querer as faxinas, e que por ele a bolsa de 50% estava
certa,mas que precisava falar com o professor Julio Villani.
Julio de cara gostou do Raphael, e disse que o apoiaria, desde que ele se esforçasse.
E assim formamos um novo ciclo de amigos,uma familia, PJ, Raquel, seu Helio, Raphael e Eu.
Hoje seu Hélio não está mas entre nós, mas o guardamos no coração e jamais iremos
nos esquecer do seu apoio.

Galeria de Fãs








segunda-feira, 27 de junho de 2011

As Primeiras Fãs e Fã-Clubes




É engraçado falar de fã, mais acho que é muito importante lembrar e deixar
explicida a nossa gratidão ao apoio dessas pessoas tão especiais nessa trajetoria.
A Primeira insentivadora se chama Judith Melo, era era presidente do Fã-Clube do Aaron Carter e por isso conheceu o Raphael, Judith já era adulta tinha uns 19 anos, e
queria conhecer o cover do Aaron, marcou comigo na UERJ, nunca esqueceremos aquele encontro.
Ela se apainoxou por ele no primeiro contato, e nós nos apaixonamos por ela.
Outra fã muito especial, era a Carlinha estava sempre em todas as apresentações e montou o Fã-Clube " Rapha Angel", dele vieram Neidinha, Bruna, que durante muitos anos acompanharam todos os trabalhos dele.
Especiais tambem é a Beth Andrade, sua mãe Norma e amiga Simone, que começaram a seguir o Raphael depois de ver um show dele no Madureira Shopping.
Todas elas são nossas amigas e incentivadoras até hoje.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Turma do Didi



Raphael foi chamado para fazer parte da figuração fixa do Programa A Turma do Didi.
Foram muitas participações, e uma foi especial em que atuou sozinho ao lado da atriz Paula Melissa (Fifi de assis da Escolinha do Professor Raimundo).
Dessa época, surgiu a amizade entre Raphael e o Max Laser ( Buzina) que fizeram musicas
e shows juntos.

Apoio da Atriz Luciana Coutinho



Raphael estava começando a conquistar seu espaço, e precisava crescer como artista
meus amigos sabiam disso, e sabiam como era dificil para mim.
Entre esses amigos estava o ator Leandro Mattos, outro guerreiro um menino batalhador
que estudou Teatro, Canto e fez diversos trabalhos na TV como Linha Direta, e Comerciais.
Leandro então convidou o Raphael para fazer parte do seu Grupo de Teatro e atuar na peça Gasparzinho.
Assim aconteceu...
A Atriz Luciana Coutinho dava aulas de Teatro no Recreio Shopping, e deu uma bolsa para o Raphael, tambem é uma pessoa querida que ajudou no que pode.

Gente Inocente


As coisas começaram a acontecer naturalmente na vida do Raphael.
Recebi um telefonema da MMCDI Agência, que convidou-o para fazer plateia no Gente Inocente.
Essa passagem para mim foi muito dolorosa, eu não consigo esquecer aquele dia...
Eu estava completamente sem dinheiro, e a Andrea me disse que deveriamos estar no Projac as 08hs da manhã do dia seguinte.
Sem ter a quem pedir o dinheiro emprestado porque minha familia morava longe demais, eu fui a casa da minha amiga Heleda, aliás ela, sempre ela estava lá quando eu precisava.
Heleda me emprestou a passagem para que eu fosse ao Projac, mas o pior ainda estava por vir, com a conta certa da passagem eu peguei o ônibus errado e fiquei sem ter como voltar e sem dinheiro para comer nada.
As crianças ganhavam lanche, mas eram muitas horas de gravação e eu não queria comer nada, para sobrar mais para ele.
Sentada do lado de fora do Estudio, sem ver nada do que estava acontecendo eu só pensava em como voltaria para casa.
As mães se tornavam amigas e umas apoiavam as outras, e eu conhecia a Norma mãe de Thamires Spiker, uma atriz maravilhosa que anos depois desse dia do gente inocente, fez diversos comerciais e atuou ao lado de Antonio Fagundes e Stênio Garcia em Carga Pesada.
Falei com a Norma que estava sem dinheiro para voltar para casa e ela me deu o dinheiro, a afinidade das mães as tornavam grandes amigas, Norma era uma guerreira sempre lutando por seus filhos e sempre torcendo pelo filho dos outros, ela recebeu da vida tudo de bom que deu aos outros, seu filho Jonathan hoje faz parte de um corpo de dança internacional e Thamires esta sempre trabalhando.
Derrepente a Thamires sai de dentro do estudio gritando feliz:
- Sandra o Raphael foi chamado para fazer parte dos Jurados, cantou e deu entrevista!
Uma das oisas que me marcou , foi o fato de todas as mães ali presentes ficarem felizes por mim.
Quando voltavamos para casa eu perguntei como aquilo havia acontecido, ele então me contou que o Henrique (Gente Inocente) disse para o Marcio Garcia:
- Aquele ali é o Raphael Lima, cover do Aaron Carter e Suplinha!
Raphael e Henrique fizeram amizade em uma viagem de trabalho.

O Primeiro Violão


As vezes fico pensando em nossa vida, em tudo que nos aconteceu todas as pessoas
que se importaram com nossos sonhos, todos amigos que fizeram parte de cada conquista
e tudo.. tudo... todos os gestos toda ajuda foi importante.
Não tinha dinheiro para comprar um violão para o Raphael, e comentei com o namorado da minha irmã Beth ( hoje marido dela).
Alex é do tipo de pessoa desprovida de materialismo, do tipo que esta sempre pronto a ajudar, que estende a mão até para aqueles que não merecem.
Alex tinha um violão guardado a alguns anos, tinha começado a fazer aulas mas sem tempo
para praticar deu o violão para o Raphael, acho que foi o presente mas marcante na vida do meu filho.
Com aquele violão começou a aprender, a compor e evoluir musicalmente.
O Violão existe até hoje e ainda é nele que Raphael compõe.

Mascote de Jornal e Capa de Revista




Ao voltar se São Paulo, as coisas voltaram ao normal mas o Raphael
ficou bem conhecido como o Suplinha.
Um dia eu estava no Mercadão de Madureira e vi um Jornal desses de bairro,
e nesse Jornal tinha uma coluna que destacava uma criança a cada mês.
Peguei um exemplar levei para casa e li, foi então que resolvi escrever uma carta
( na época não tinhamos computador) pedindo ao dono do Jornal JR, para que o meu filho
saisse no proximo exemplar.
O Que eu nunca poderia imaginar era que mas uma vez conheceriamos pessoas especiais
que se tornariam grandes amigos e apoiadores.
Recebi uma carta resposta, convidando o Raphael para se apresentar em um Evento do Jornal, eu na mesma hora comprei um cartão telefônico e liguei para a Redação do Jornal OLHA AÍ, e confirmei o show do Raphael no Evento.
Mas JR e Andrea, os donos do Jornal ficaram encantados com o Raphael e resolveram coloca-lo mensalmente no Jornal como mascote.
Surgiu daquele dia uma amizade longa que dura até hoje, com apoio e divulgação de todos os shows e projetos do Raphael.
Alguns anos depois eles montaram a revista Andrea Magazine, da qual o Raphael foi capa ao lado de Lana ( atriz da Record).

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Domingo Legal






Fui conhecendo muitas pessoas especiais ao longo da nossa jornada, entre elas
a fotografa Ivana Mascarenhas.
O Raphael estava fazendo show na Terra Encantada, quando ela veio até a mim e me deu um cartão, e pediu o meu telefone.
Eu não sabia, mas daquele dia em diante muita coisa aconteceria, e a Ivana se tornaria uma pessoa muito importante em nossas vidas.
Passou alguns meses, e um dia o meu telefone tocou, era a Ivana dizendo que havia um teste para Suplinha do Domingo Legal e que o trabalho tinha o perfil do Raphael.
Ela passou o endereço do local do teste, era na agência Veray em Copacabana.
Na época o cabelo dele já era louro por causa do cover de Aaron Carter, eu então fui até a loja Rock e Surf no RioShopping e pedi a dona para apoiar com spikes e acessorios.
Comprei um spray para cabelo, deixei o cabelo dele igual ao do Supla, coloquei calça de couro, e muitos acessorios, e ensinei a ele a cantar a musica Linda Garota de Berlim.
Ao chegar na Veray o visual dele causou impacto de cara, eram muitos garotinhos mas nenhum sabia cantar alguma musica do Supla, e muito menos estavam com aquele visual punk.
Dona Aydee, dona da Veray sai da sala de teste exclamando:
- De quem é esse garoto! de quem é esse garoto!
Pensei, o Raphael aprontou alguma.. mas não era nada disso ela havia enlouquecido a produção do Domingo Legal, Lika e Amanda as produtoras estavam encantadas e o Raphael foi escohlido para o quadro do Suplinha.
Mas aquela era mas uma batalha a ser enfrentada, numa segunda feira a Amanda liga para minha casa E DIZ:
- Sandra, você e o Raphinha irão pegar o voo para São Paulo na Quinta-Feira de manhã cedo.
Eu não sabia como iriamos viajar, ele não tinha roupa, e eu não tinha dinheiro algum.
Meu ex-namorado disse:
- Você não vai para São Paulo, você não tem dinheiro para isso e eu não vou deixar você ir assim, essa tal de Aydee é uma pessoa seria? isso é furada!
Eu disse:
-Dona Aydee é a dona de uma agência conhecida e respeitada, e não vai ter perigo nenhum, nada vai me impedir de levar meu filho, nada!
E assim foi... preocupada liguei para dona Aydee e disse a ela que eu estava sem nenhum dinheiro, e que estava com medo de que algo acontecesse em São Paulo.
Ela disse que eu ficasse tranquila, que a produção do Domingo Legal cuidaria de tudo, desde a motorista, alimentação, hospedagem e segurança e que eu não precisava me preocupar com nada.
Mas o que eu não podia imaginar era que tantas pessoas estariam torcendo por nós e nos apoiando, Janaina uma amiga que conheci no meio cover por causa dos seus filhos que faziam cover de Sandy e Jr, veio de longe para me trazer casacos, e uma filmadora para que eu registrasse cada momento, aquele gesto foi algo que me fez ver
o quanto ela era especial seus filhos tambem sonhavam em ser artista e ela não sentiu inveja, e ainda nos apoiou.
Um dia antes da viagem, Heleda minha amiga convida eu e o Raphael para ir ao Shopping, e compra um Tênis e roupas para ele, e deixa sua maquina fotografica comigo
No dia da viagem Raphael começou a vomitar, ficou muito febril e não tinhamos tempo para ir ao médico, e eu sabia que era a febre emocional que ele tinha quando estava em momentos de intensa emoção.
Disse a ele para ficar calmo e que não podiamos falhar, pois aquilo era um trabalho e o Domingo Legal não podia esperar nossa boa vontade, e que sempre ele agisse assim...
que nunca prejudicasse um compromisso de trabalho, por nada.
Foi uma passagem inesquecivel em nossas vidas, nos hospedamos no mesmo hotel, na verdade no apartamento ao lado da equipe do Mr. M, e ficamos
amigos de todos.
Fomos ao Jassa diversas vezes, e conhecemos muitos artistas e alguns se tornaram amigos.
Acho que o Raphael viveu intensamente cada momento, e que aprendeu muito com essa passagem da sua vida.

Materias- Revista- Entrevistas


Materias- Revista- Entrevistas





Materias- Revista- Entrevistas





Cover do Aaron Carter


1999, todos os amigos do Raphael só favalam em um grupo cover
dos Backstreet Boys, em que o TX ( Tiago Xavier) dançava.
Eles ensaiavam na academia do bairro e todos os dias o Raphael ia
assistir o ensaio, ele era fã do TX.
Um belo dia o Raphael me perguntou:
- Se eu quiser ter um grupo de cover de Backstreet Boys, você me ajuda?
Eu pensei.. refleti e disse:
- Filho um grupo de cover com cinco crianças ficará dificil, pois teremos dificuldade
de arranjar meninos que queiram, e mães que deixem.
Ele ficou triste, e eu então tive uma ideia.
-Porque você não faz cover do Aaron Carter, você gosta do Nick ele é irmão do Nick, não tem nenhum garotinho fazendo cover dele e você será o primeiro alem disso fica mas facil para mim levar só você para fazer shows.
Ele feliz respondeu:
-Eu topo!
E assim começou a nossa trajetória no mundo cover, onde fizemos muitos amigos e do qual temos boas lembranças.
Sem espaço para se apresentar, sem ser convidado para nenhum Evento cover, o Raphael ficou muito triste, e eu então resolvi produzir um Evento para que ele se apresentasse, e convidasse os grupos amigos.
Assim surgiu o Point Cover, no Restauarante Molho Pardo na Praça Seca.
Fui até o Márcio proprietario do restauante e fiz uma proposta para ele, eu levava
os grupos, e não cobrava ingresso, nem consumação, ele ganharia no consumo.
O Evento ficou conhecido e se tornou o 2º melhor Evento cover da época, em primeiro vinha o da Rosane Machado, a pioneira e a melhor produtora de covers.
Rosane era amiga da Heleda minha melhor amiga, e ficou sabendo da minha luta e do trabalho do Raphael, e resolveu apoiar dando a ele o titulo de cover oficial da Top Star Produções, titulo que era dado a ela para os melhores covers do Rio de Janeiro.
A Gravadora Zomba Record tambem ficou sabendo do Raphael através da presidente do Fã-Clube do Aaron Carte Judith Melo, e o oficializou assim o Rapphael se tornou o unico cover duas vezes oficial naquela época.

O Sonho de ser Artista.


Aos nove anos de idade começaram meus problemas com o Raphael.
Professores e diretores reclamavam que ele só queria cantar e
dançar em sala de aula, e que alem dele não estudar ainda incomodava
os amigos.
Cansada das reclamações, eu resolvi que iria coloca-lo no Teatro para que
desenvolvesse seus dons artisticos.
Mas um problema, não tinha dinheiro para nada, como eu poderia pagar
curso de Teatro e bancar as despesas que o trabalhor artistico da.
Eu enfrentei minhas incertezas, me enchi de força e fé e disse a mim mesma que eu
faria o que fosse preciso, dentro da honestidade para que meu filho fosse feliz.
E assim Raphael iniciou seus trabalhos artisticos.
Montei eu mesma um grupo de Teatro amador com alguns amigos, e eu que já tinha
uma trajetoria no teatro amador, voltava a atuar só para que ele pudesse atuar tambem.
O Grupo era composto por Aurea Fernanda ( hoje produtora da Coopas), Julio ( hoje professor de dança) Paula Silva ( hoje manicure) eu e o Raphael que era o mascote do grupo.
Depois tambem montei um grupo infantil para ele poder atuar,produzi algumas peças, entre elas:
O Espantalho Fujão, A fabrica de ovos de chocolate( meu texto), Moisé ( incenada na Igreja Batista) Paixão de Cristo ( incenada na Igreja Presbiteriana) Homenagem as Mães ,O Circo, A Chegada da Biblioteca ( meu texto) muito aplaudida no Evento 450 anos de Jacarepaguá.

Dificuldade para conseguir Colégio

Os anos passam...
Como não podia ser diferente, as dificuldades continuavam em nossas vidas.
Eu trabalhava, mas não ganhava o suficiente para alimentar, vestir, e pagar
um colégio particular, e não conseguia vaga em nenhum outro.
Foi então que ouvi falar que haviam filas em varios colégios do Rio das Pedras,
e que a chance de se conseguir vaga era de 30% desde que a pessoa dormisse na
fila.
Então preparei algo para comer na madrugada, um lençol e fui para a fila
do Ciep.
Foram duas noites ao relento na fila ,e daqueles momentos eu tirei muitos aprendizados,eu conheci grandes mulheres, mulheres pobres e guerreiras
que não desistiram de seus filhos, não temem o frio e a fome, não deixam de lutar
e sonhar.
Aquelas duas noites foram especiais na minha vida, podia compartilhar ali a minha
estoria e chorar e sorrir com mulheres como eu.
Vitoria, consegui a vaga... Mas como não podia deixar de ser eu ainda tinha muito
que lutar, pois a vaga saiu para um colégio distante de casa, e eu teria que levar e buscar o Raphael todos os dias isso saíria caro no final do mês, quatro passagens por dia.
Eu então o levava de ônibus voltava sozinha a pé para casa, depois ia a pé busca-lo
e voltava com ele de ônibus.

Nascimento-abandono e dor

Como todos que me conhecem sabem, eu era apaixonada pelo Flávio
pai do meu filho.
Mas fui traída e abandonada grávida.
As dificuldades foram muitas, meus pais apesar de pessoas
simples, fizeram tudo que estava ao alcance deles para que
eu e meu filho sofressemos menos.
Moravamos num quarto com uma pequena cozinha e um pequeno banheiro, eramos sete pessoas dividindo o pequeno espaço.
Mas algo que me marcou foi a capacidade dos meus pais de amar e acolher as pessoas, sem esperar nada em troca, dividindo o poucoque tinham.
A minha gravidez foi de risco, minha alimentação précaria, mas o que mas me machucava
era o abandono, a maneira com que o Flávio foi embora sem nenhum pingo de arrependimento por ter me traído, e sem se importar com seu filho.
Eu ficava pensando dia após dia, como meu filho iria crescer sem um pai...
como ele iria entender que eu é que fui traída e abandonada, e que não tive culpa
do pai dele ter partido sem se importar com nada.
A minha gravidez foi triste, eu vivia chorando pelos cantos, não tinha um berço, nem roupinhas, tive diversos problemas de saúde e não podia trabalhar.
Nunca vou esquecer do dia em que o Raphael nasceu, não tinha uma roupa boa para sair do Hospital e nem manta, saiu enrolado numa fralda, e vestia uma camisa de pagão simples.
Mas duro mesmo foi chegar em casa e não ter berço e nem mosquiteiro, eu morava no Jardim Clarice, e era infestado de mosquitos...Chorei muito, até que derrepente chega a minha casa a Silvia, uma mulher que eu nem conhecia ela era amiga da minha tia Zeli.
Silvia foi um anjo desses que Deus coloca em nossas vidas e que surgi sem a gente
esperar, e tras a paz em pequenos gestos.
Ela veio com um carrinho, um mosquiteiro de carrinho, e muitas mantas e roupinhas
me fazendo sorrir novamente, me mostrando mas uma vez o valor da solidariedade.

Fotos


Queria começar esse blog com fotos do Raphael ainda bebê,
mas na enchente de 2006 eu perdi tudo que tinha, iclussive
as fotos dele. Na verdade, eu considero a unica coisa de
valor que perdi.
Não custumo ficar lamentando os meus problemas, e perdas
sempre vejo algo de bom em tudo, e o lado bom dessa
historia da enchente, foi que não perdi a vida do meu filho
e a minha, isso sim seria uma perda.